Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Infinity Castle Arc Capítulo 1: Akaza Return (Filme 1) já está disponível na Crunchyroll. O lançamento coincide com a edição em Blu-ray e DVD do filme, programada para 29 de julho no Japão. O streaming começou às 8h no horário do Pacífico, com as seguintes opções disponíveis:
O filme estreou no Japão em 18 de julho de 2025 e teve uma arrecadação recorde, superando 25 bilhões de ienes (cerca de US$ 174 milhões) em apenas 31 dias. Depois da estreia doméstica, chegou aos cinemas internacionais em 14 de agosto, batendo recordes de bilheteria nos EUA já em sua estreia norte-americana, em 12 de setembro. A partir de 20 de fevereiro, o filme também passou a ser exibido em formatos SCREENX e ULTRA 4DX — marcando a primeira incursão da franquia em telas múltiplas e formatos imersivos.
Sobre Demon Slayer
Koyoharu Gotoge escreveu e ilustrou o mangá Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, serializado na revista Weekly Shonen Jump, da Shueisha, entre fevereiro de 2016 e maio de 2020, encerrado com 23 volumes publicados.
A adaptação em anime pela ufotable começou com a 1ª temporada, de 26 episódios, exibida entre abril e setembro de 2019. Depois do sucesso, veio o filme Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – O Filme: Mugen Train, em outubro de 2020, que ajudou a impulsionar o boom de filmes de anime nos anos seguintes — o longa foi depois reeditado e exibido como parte da 2ª temporada, de 18 episódios, entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022. A 3ª temporada, com 11 episódios, foi ao ar entre abril e junho de 2023, enquanto a 4ª temporada, exibida entre maio e junho de 2024, preparou o terreno para a reta final da história.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Infinity Castle | OFFICIAL TRAILER. Fonte: canal oficial de Demon Slayer
Ficha rápida
Onde assistir: Crunchyroll (streaming) · Blu-ray/DVD lançados em 29/07 no Japão
Áudio e legendas em português disponíveis
Estúdio: ufotable
O anime Nia Liston: The Merciless Maiden revelou nesta terça-feira seu visual principal e trailer, além de confirmar três novos nomes do elenco e a data de estreia: 6 de outubro. A produção de animação fica a cargo da KONAMI animation.
Visual principal de Nia Liston: The Merciless Maiden. Imagem: Divulgação/Nia Liston: The Merciless Maiden Production Committee
Honoka Inoue interpreta a protagonista Nia Liston. Os novos nomes confirmados no elenco são:
Fuka Izumi como Lynokis Funk
Rinna Honnizumi como Hildetaura Altoire
Rina Hidaka como Reliared Silver
A direção é de Motoki Nakanishi, com Haruta Segi como assistente de direção, Gigaemon Ichikawa na composição de série, Yuki Ito e Kana Tosaoka no design de personagens e Naoki Endo na trilha sonora.
TVアニメ『凶乱令嬢ニア・リストン 病弱令嬢に転生した神殺しの武人の華麗なる無双録』第1弾PV — primeiro trailer de Nia Liston: The Merciless Maiden. Fonte: canal oficial
O anime é baseado na light novel escrita por Umikaze Minamino e ilustrada por Katana Canata, publicada originalmente no site Shosetsuka ni Naro entre maio de 2019 e janeiro de 2021. A Hobby Japan adquiriu os direitos sob o selo HJ Bunko em setembro de 2022, somando atualmente 11 volumes. Há ainda uma adaptação em mangá por Kabuto Kodai, serializada no Manga Up!, da Square Enix.
A J-Novel Club, licenciadora da light novel no Ocidente, descreve a protagonista como uma grande guerreira que morre sem nunca ter encontrado um oponente à altura — até despertar no corpo frágil e doentio de Nia Liston, decidida a reconstruir o próprio corpo para voltar a viver (e morrer) pela batalha.
Ficha rápida
Estreia: 6 de outubro
Estúdio: KONAMI animation
Direção: Motoki Nakanishi
Baseado na light novel de Umikaze Minamino e Katana Canata (HJ Bunko/Hobby Japan)
BanG Dream! YUME∞MITA revelou nesta terça-feira a prévia do Episódio 7. O capítulo, intitulado “Turning Over a New Leaf” (“Virando a Página”, em tradução livre), estreia na quinta-feira, 30 de julho, às 23h no horário do Japão. A sinopse divulgada diz:
Naquele momento, uma foi escolhida.
A partir daí, a paisagem muda só um pouco.
Mas isso não significa que tudo vai dar certo.
BanG Dream! YUME∞MITA Episódio 7 — Imagens da prévia. Imagem: Divulgação/BanG Dream! Project
O roteiro do episódio é assinado por Akiko Waba (Ave Mujica: The Die is Cast), com direção de Tomoko Nezu (Detectives These Days Are Crazy!) e Daichi Omori (Argonavis from BanG Dream! Animation), e storyboard de Hiroshi Morita (D4DJ First Mix) e Tsutomu Endou (BanG Dream! It’s MyGo!!!!!).
A Mugendai MewType (Yumemita) é formada por cinco VTubers: Nakamachi Arale (vocal), Miyanaga Nonoka (guitarra base), Minetsuki Ritsu (guitarra rítmica), Fuji Miyako (teclado) e Sengoku Yuno (DJ) — a única, entre as dez bandas principais da franquia, sem baixista ou baterista. A animação é produzida pela NICHICALINE, com design de personagens de Osamu Nobusawa e Mochipuyo.
A Muse Asia resume a proposta da série como a história de integrantes reunidas às pressas para estrear como banda, cada uma com um talento único, mas ainda muito longe de funcionar como grupo — reforçando o mote que dá o tom da trama: mesmo quando o som para, é preciso continuar lutando.
Ficha rápida
Episódio: 7 — “Turning Over a New Leaf”
Estreia: quinta-feira, 30 de julho, 23h JST
Roteiro: Akiko Waba · Direção: Tomoko Nezu e Daichi Omori
Kabaneri of the Iron Fortress ganhou um curta inédito chamado Mumei Ranman, lançado como parte do recém-anunciado Projeto de 10º Aniversário da franquia. Produzido para celebrar o lançamento da nova estátua em escala de Mumei, o especial reúne o diretor Tetsuro Araki e boa parte da equipe original do anime de 2016.
Ilustração comemorativa “Mumei Ranman”, por Haruhiko Mikimoto. Imagem: Divulgação/Kabaneri Production Committee
O curta acompanha Mumei se arrumando na esperança de chamar a atenção de Ikoma — momento interrompido quando o Kotetsujo sofre um ataque dos Kabane. A história original é assinada pelo próprio Araki, com a WIT STUDIO retornando para a produção de animação. Confira a equipe confirmada:
História original / planejamento: Tetsuro Araki
Roteiro: Ichiro Okochi
Storyboard / Direção: Tetsuro Araki
Design de personagens original: Haruhiko Mikimoto
Design de personagens: Yasuyuki Ebara
Diretor-chefe de animação: Satoshi Kadowaki
Música: Hiroyuki Sawano
Diretor de som: Masafumi Mima
Produção de animação: WIT STUDIO
Produção: Kabaneri Production Committee
O elenco de voz original também retorna:
Mumei: Sayaka Senbongi
Ikoma: Tasuku Hatanaka
Kajika: Kanae Oki
Kibito: Kensuke Sato
Shojin: Go Shinnomiya
Kabane: Kenta Okuma
Kabane: Itsuki Mitsube
O tema de encerramento é “ninelie”, de Aimer com chelly (EGOIST), com letra, composição e arranjo de Hiroyuki Sawano — mesmo tema já conhecido dos fãs da primeira temporada.
“『甲鉄城のカバネリ 無名爛漫』フィギュア発売記念ムービー【10周年プロジェクト】” — vídeo comemorativo de lançamento da estátua de Mumei. Fonte: canal oficial de Kabaneri of the Iron Fortress
Kabaneri of the Iron Fortress se passa em Hinomoto, nação insular do Extremo Oriente durante a transição da era pré-moderna para a era moderna, onde a humanidade luta contra os Kabane, monstros imortais que se espalham rapidamente. O anime de TV, produzido pela WIT Studio e dirigido por Tetsuro Araki (conhecido também por Attack on Titan), estreou em 2016, seguido por filmes de compilação no fim de 2016 e início de 2017, além do filme The Battle of Unato, em 2019.
A estátua em escala “Mumei Ranman” custa 35.000 ienes (sem impostos), com pré-venda aberta desde 24 de julho pela WIT STORE.
A Luz do Futuro (título original: Sparks of Tomorrow), novo anime original da Kyoto Animation, já está disponível na Netflix desde 5 de julho. Antes da estreia, a Anime Corner conversou com o diretor Minoru Ota e a produtora Satori Senami — com participação da ABC Animation — sobre os bastidores da produção: como reinventar tecnologias familiares em uma ambientação alternativa, transformar a arte de fundo no centro visual da série, preservar a essência emocional da história e levar o trabalho mais recente do estúdio ao público mundial via Netflix.
A Luz do Futuro (Sparks of Tomorrow), nova produção da Kyoto Animation. Imagem: Divulgação/Kyoto Animation
Como a ausência de eletricidade abriu espaço criativo para a equipe?
Segundo Ota, o fato de aparelhos como lâmpadas e telefones existirem também no nosso mundo tornou especialmente gratificante apresentá-los sob uma perspectiva nova. Já a ambientação de história alternativa deu à produção liberdade para afrouxar as amarras do realismo, permitindo desenvolver a trama em escala maior e explorar uma faixa emocional mais ampla nos personagens — o que abriu caminho para desafios criativos mais ambiciosos. Em vez de mostrar diretamente a chegada da “era da eletricidade” por meio de produção industrial e infraestrutura, a equipe optou por expressar essa transição de forma metafórica, através do crescimento pessoal do protagonista Kihachi e da coprotagonista Inako.
Por que a arte de fundo virou o centro visual da série?
Um dos maiores desafios do projeto, segundo o diretor, foi a decisão de transformar a arte de fundo no verdadeiro centro visual de uma produção de temporada inteira — algo que tornou boa parte do know-how acumulado em trabalhos anteriores do estúdio inaplicável aqui. A equipe precisou desenvolver novas técnicas a cada tipo de cena inédita. Um problema inesperado surgiu quando perceberam que os efeitos de iluminação usados na pós-produção não combinavam com os traços visíveis dos fundos pintados à mão; a solução encontrada foi pintar a luz diretamente na própria arte de fundo, o que acabou gerando uma iluminação mais expressiva do que a composição digital sozinha permitiria.
Pôster oficial de A Luz do Futuro (Sparks of Tomorrow). Imagem: Divulgação/Kyoto Animation
O que precisava sobreviver à adaptação, segundo Ota e Senami?
Para Ota, o cenário steampunk — a cidade tomada por fumaça e fuligem, a estagnação tecnológica — existe sobretudo para criar um ambiente sufocante para os personagens; o que ele mais deseja que o público leve da história é a determinação de Kihachi e Inako em seguir em frente mesmo diante de circunstâncias difíceis. Senami reforça que, desde o início, a prioridade da equipe foi preservar a essência de uma narrativa de “menino conhece menina”, o contraste entre os dois protagonistas e o crescimento de ambos ao longo da trama — além de um tom que pudesse ser apreciado pelo público sem soar intimidador. Ota também destacou que a equipe optou por manter as explicações sobre o mundo e a ambientação no mínimo necessário, deixando que boa parte da construção do universo ficasse embutida na própria arte visual, para preservar a curiosidade do espectador.
Kihachi e Inako, protagonistas de A Luz do Futuro. Imagem: Divulgação/Kyoto Animation
Como foi o lançamento mundial simultâneo pela Netflix e a seleção em Annecy?
De acordo com a ABC Animation, o título internacional Sparks of Tomorrow não é uma tradução literal do nome japonês, mas uma tentativa de comunicar os temas centrais da obra — a eletricidade e o espírito de encarar desafios em nome do futuro — construída em conjunto com a Netflix, parceira exclusiva de streaming mundial do anime. A plataforma não alterou os planos de lançamento já em andamento, mas apoiou a divulgação internacional, incluindo campanhas e a indicação do anime à competição oficial do Annecy International Animation Film Festival — a primeira da história da Kyoto Animation no evento. Para Senami, a seleção foi um reconhecimento especialmente gratificante por validar escolhas estéticas propositalmente diferentes dos trabalhos anteriores do estúdio.
Encerrando a entrevista, Ota resumiu o que sente ao ver o resultado do trabalho da equipe ganhar vida além do que havia sido planejado: “parece quase mágica.”
Ficha rápida
Onde assistir: Netflix (exclusivo, exibição semanal desde 5 de julho de 2026)
Direção: Minoru Ota · Produção: Satori Senami
Título no Brasil: A Luz do Futuro
Nota do acervo: a definir — ficha do anime ainda não cadastrada no Super Animes
Uma adaptação em anime do mangá Millennium Family foi anunciada nesta segunda-feira (27). O anúncio veio acompanhado de um teaser visual e de um trailer, além de detalhes sobre a equipe de produção e parte do elenco principal — a data de estreia ainda não foi revelada.
Millennium Family é escrito por Akira Kasugai e estreou na revista Young King OURs em março de 2021, somando atualmente oito volumes publicados no Japão — o nono chega às lojas japonesas em 30 de julho de 2026. No Ocidente, a obra é licenciada pela Orange Inc, que descreve a trama como a história de sete irmãos ingleses imortais, cujo dom os transforma em alvo do submundo do crime, de hospitais corruptos e de organizações militares internacionais, reunindo a família após séculos separados para um novo capítulo em suas vidas.
Teaser visual oficial de Millennium Family. Imagem: Divulgação/PartsCraft
A produção do anime fica a cargo do estúdio PartsCraft, com direção e supervisão de roteiro de Masato Jinbo — nome já conhecido por Senryu Girl e Restaurant to Another World. Hiroshi Yoneda assina o design de personagens e atua como diretor-chefe de animação. Do elenco, foi confirmada a escalação de Rikuya Yasuda como Theo, protagonista da história.
Trailer de anúncio de Millennium Family (踊る千年家族 TVアニメ化決定PV). Fonte: canal oficial de Millennium Family Anime
Ainda não há data de estreia nem plataforma de exibição confirmadas para o Brasil. O Super Animes acompanha o desenvolvimento e deve atualizar a cobertura assim que a produção divulgar mais detalhes — fique de olho na agenda de estreias do site para não perder o anúncio.
Bleach: Thousand-Year Blood War (TYBW) entrou em sua reta final: a Parte 4,The Calamity, estreou o primeiro episódio nesta semana. Aproveitando a passagem pela Anime Expo, o site parceiro Anime Corner conversou com Masakazu Morita e Johnny Yong Bosch — as vozes japonesa e americana de Ichigo Kurosaki, respectivamente — sobre os quase 20 anos dedicados ao protagonista.
Poucos personagens do “Big Three” do shonen passaram por uma transformação tão longa quanto Ichigo. Ao longo de TYBW, o anime acrescentou cenas originais — supervisionadas pelo próprio criador Tite Kubo — que aprofundam a origem de seus poderes e sua ligação com o Rei-Espírito, indo além do que o mangá havia mostrado. Para acompanhar a evolução da história oficialmente, a ficha de Bleach no acervo do Super Animes traz nota da comunidade, elenco completo e o cronograma de episódios da Parte 4.
Como a voz de Ichigo mudou ao longo de Bleach?
Para os dois atores, o ajuste veio naturalmente com o tempo. Bosch descreveu a diferença de duas décadas como algo perceptível em texturas e nuances que só se acumulam com a experiência. Morita, por sua vez, destacou que histórias de Shonen Jump costumam ser sobre crescimento, e que isso vale também para a interpretação: comparado ao início da série, o próprio timbre de Ichigo mudou, e a expectativa dos dois é que os fãs percebam essa evolução na reta final.
Ichigo em cena original da Parte 4 de TYBW, supervisionada por Tite Kubo. Imagem: Divulgação/Studio Pierrot
Como é interpretar o mesmo personagem por quase 20 anos?
Bosch contou que, apesar dos hiatos entre as temporadas, voltar ao papel sempre trouxe uma sensação imediata de familiaridade — segundo ele, entrar no estúdio foi como “estar em casa”, muito mais empolgação do que o nervosismo típico de um trabalho novo. Já Morita comparou a experiência a séries de uma ou duas temporadas, nas quais o crescimento do personagem precisa ser condensado rapidamente: em Bleach, o tempo permite mostrar a profundidade aos poucos, mas exige ajustes cada vez mais minuciosos ao longo do caminho — o que também torna o processo mais difícil.
Como foi dublar as cenas inéditas supervisionadas por Tite Kubo?
A Parte 4 preserva uma característica de todo o TYBW: cenas originais, que não existem no mangá, mas nascem sob supervisão direta de Kubo. Bosch explicou que recebe o material praticamente no dia da gravação, sem acesso prévio ao roteiro, o que faz de cada sessão uma descoberta — inclusive das partes de outros personagens, algo incomum em seu processo de trabalho. Morita descreveu um vaivém constante entre a equipe e o próprio criador para alinhar cada detalhe, já que apenas Kubo conhece por completo o universo interno de Bleach; o dublador definiu esse processo de tentar captar a visão do autor quase como uma batalha silenciosa de imaginação.
Ichigo em pleno combate na sequência de estreia de The Calamity. Imagem: Divulgação/Studio Pierrot
O que esperar do fim de Bleach: Thousand-Year Blood War?
Sem entregar spoilers, os dois dubladores disseram estar confiantes de que o desfecho vai recompensar a longa espera dos fãs — Bosch citou o desejo de que o público sinta uma sensação coletiva de conclusão, enquanto Morita reforçou que toda a equipe colocou o máximo de esforço no resultado final. Com nota atual de referência entre as mais altas do Top 100 do acervo, Bleach segue como um dos animes mais bem avaliados pela comunidade do Super Animes na temporada.
No Japão, a Parte 4 de Bleach: Thousand-Year Blood War já está no ar pela TV Tokyo; a série é exibida oficialmente via Disney+. Fique de olho na agenda de episódios do Super Animes para não perder a estreia semanal.
KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! Season 4 revelou um novo visual principal, confirmou sua estreia para 2027 e anunciou uma mudança no estúdio responsável pela animação.
A nova temporada foi anunciada originalmente após os episódios BONUS STAGE OVA de KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World!, exibidos em 14 de março de 2025.
O Studio ENGI ficará responsável pela animação da quarta temporada. Takaomi Kanasaki retorna à franquia como diretor-chefe, enquanto Manabu Kurihara assume a direção da série.
KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! Season 4 – Novo Visual Principal
Equipe principal de KonoSuba Season 4
A equipe principal da quarta temporada inclui vários nomes conhecidos da franquia:
Diretor-chefe: Takaomi Kanasaki
Diretor: Manabu Kurihara
Composição da série: Makoto Uezu
Design de personagens: Koichi Kikuta
Diretor de som: Yoshikazu Iwanami
Música: Masato Koda
Produção de animação: ENGI
KonoSuba Season 4 terá um novo estúdio de animação
A adaptação em anime de KonoSuba já passou por diferentes estúdios ao longo dos anos. As duas primeiras temporadas da série foram produzidas pelo Studio DEEN.
O Studio Drive assumiu a produção do spin-off focado em Megumin, KonoSuba: An Explosion on This Wonderful World!, lançado em 2023, além de ter produzido a terceira temporada da série principal.
Já o filme de 2019, KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! Legend of Crimson, foi produzido pelo J.C. Staff.
Agora, a quarta temporada será produzida pelo Studio ENGI, marcando mais uma mudança na equipe de animação da popular franquia de fantasia e comédia.
Sobre KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World!
KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World!, também conhecido pelo título japonês Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!, é uma série de light novels escrita por Natsume Akatsuki e ilustrada por Kurone Mishima.
A obra começou a ser publicada em 2013 e foi concluída em 2020, totalizando 17 volumes. Desde então, a franquia se expandiu com diversos spin-offs, histórias paralelas e a popular adaptação para anime.
A história acompanha Kazuma Sato, que morre em um acidente de trânsito e acaba diante da deusa Aqua. Ela oferece a ele a chance de reencarnar em um mundo de fantasia e escolher um item para levar consigo.
Em vez de escolher uma arma poderosa ou um item especial, Kazuma decide levar a própria Aqua. Os dois acabam transportados para um novo mundo repleto de aventuras, onde Kazuma deseja apenas viver uma vida tranquila — algo que se torna cada vez mais difícil graças à personalidade de Aqua e à ameaça do Rei Demônio.
Quando estreia KonoSuba Season 4?
KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! Season 4 está programada para estrear em 2027. Uma data específica de lançamento ainda não foi anunciada.
BLEACH: Thousand-Year Blood War (TYBW) Part 4 – The Calamitycomeça com um episódio sólido, embora não exatamente espetacular. A estreia entrega boas cenas de batalha, apresenta algumas mudanças interessantes em relação ao mangá e coloca Yoruichi no centro das atenções, mas também sofre com problemas de ritmo e qualidade de animação em alguns momentos.
Depois de retornar em 2022 e conquistar novamente os fãs com sua adaptação do arco final, BLEACH: TYBW chega agora ao seu último cour. A expectativa é especialmente alta porque o anime vem expandindo e revisando partes da história original, oferecendo uma oportunidade de entregar um encerramento mais completo do que o mangá conseguiu.
Com 10 episódios adaptando aproximadamente 25 capítulos restantes, The Calamity possui espaço suficiente para manter um ritmo mais equilibrado e, potencialmente, adicionar ainda mais conteúdo original.
Um começo promissor para o último cour de BLEACH: TYBW
O primeiro episódio funciona principalmente como uma introdução às batalhas que estão por vir. Embora algumas sequências tenham um ritmo mais lento, os confrontos recebem algumas melhorias interessantes em relação ao material original.
O episódio adapta aproximadamente três capítulos do mangá e, por isso, funciona mais como uma preparação para o que está por vir do que como um grande evento por si só. Ainda assim, a estreia cumpre seu papel e deixa uma boa impressão para os próximos episódios.
O episódio começa com Yhwach sonhando com Ichigo aparecendo diante dele e o derrotando. O próprio Yhwach descreve a visão como “um sonho que não poderia ser pior do que um pesadelo”.
A sequência chama atenção pelo estilo visual e pela forma como é apresentada. Ichigo aparece com seu visual e sua Zanpakuto correspondentes a um período anterior da história, antes de seu despertar do Fullbring. Mais importante ainda, o sonho acontece neste momento da narrativa, e não no mesmo ponto em que foi apresentado no mangá.
A mudança funciona bem como abertura. A música desaparece repentinamente, criando uma sensação desconfortável que imediatamente exige a atenção do espectador. O conteúdo do sonho também levanta perguntas interessantes sobre o que Yhwach está vivenciando e sobre os eventos que ainda estão por vir.
Uryu Ishida recebe uma batalha melhor desenvolvida
Depois da abertura, o episódio retorna à batalha entre Uryu Ishida e Jugram Haschwalth. Como Haschwalth agora utiliza o The Almighty, o confronto oferece uma boa oportunidade para explorar as habilidades aprimoradas de Uryu.
O anime adiciona uma nova sequência de ação envolvendo o poder de Haschwalth e as novas habilidades de Uryu. Haschwalth consegue desviar das flechas e construções de Uryu com facilidade, deixando efeitos de pós-imagem visualmente interessantes durante seus movimentos.
A coreografia é competente, mas não chega ao mesmo nível de impacto de outras batalhas recentes da série. Em alguns momentos, as flechas de Uryu parecem mais artificiais e com uma aparência mais próxima de CG, o que reduz um pouco a fluidez da sequência.
A qualidade melhora na parte final do confronto, especialmente quando a animação volta a dar mais impacto aos ataques. No geral, é uma batalha funcional e com boas ideias, mas que poderia ter sido mais consistente visualmente.
Uryu Ishida enfrenta Jugram Haschwalth em BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4.
Yoruichi é o grande destaque do episódio
O verdadeiro destaque da estreia é Yoruichi Shihōin. A personagem finalmente recebe atenção especial em sua batalha contra Askin Nakk Le Vaar, com suas habilidades únicas e sua nova forma assumindo o centro do episódio.
A primeira metade do confronto é relativamente lenta. O anime dedica bastante tempo para relembrar a importância dos membros classificados como ameaças especiais e para desenvolver a conversa entre Yoruichi e Askin.
Entretanto, quando a luta finalmente começa de verdade, o episódio entrega uma sequência de combate corpo a corpo bastante agradável. Os movimentos são rápidos e possuem boa fluidez, embora a qualidade e a nitidez do cenário caiam de forma perceptível em alguns momentos.
Essa escolha visual acaba fazendo com que o espectador se concentre diretamente na luta. Ainda assim, a diferença de qualidade entre o primeiro plano e o fundo pode ser um pouco distrativa.
Quando a nova forma de Yoruichi finalmente é revelada, fica claro que esse era o momento que a produção estava preparando. A personagem domina completamente o episódio e, ao lado de Urahara, protagoniza alguns dos momentos mais divertidos da estreia.
Yoruichi enfrenta Askin Nakk Le Vaar em BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4 – The Calamity.
O ritmo é o principal problema da estreia
Embora o episódio seja bom no geral, seu ritmo é irregular. Algumas sequências demoram mais do que deveriam para chegar ao ponto principal, especialmente durante o confronto envolvendo Yoruichi e Askin.
Isso não chega a ser um problema exclusivo da adaptação, já que partes semelhantes também possuem um ritmo mais lento no mangá. Ainda assim, a estreia poderia ter se beneficiado de uma edição um pouco mais agressiva.
Por outro lado, o fato de a temporada possuir 10 episódios para adaptar cerca de 25 capítulos pode ser positivo. Diferentemente de alguns momentos anteriores de TYBW, a produção aparentemente terá espaço para desacelerar quando necessário e desenvolver melhor determinadas cenas.
BLEACH: TYBW Part 4 tem espaço para mais conteúdo original
Uma das maiores razões para acompanhar esta última parte é a possibilidade de novas mudanças em relação ao mangá.
Ao longo de Thousand-Year Blood War, o anime já expandiu diversos personagens e batalhas que receberam pouco espaço no material original. Isso foi especialmente importante porque o mangá precisou acelerar sua conclusão, deixando alguns personagens subutilizados e certos elementos da história pouco desenvolvidos.
Com aproximadamente 25 capítulos restantes e 10 episódios planejados, existe espaço para um ritmo mais controlado e para cenas adicionais. Considerando o histórico de TYBW, isso torna a última parte especialmente interessante até mesmo para quem já conhece o mangá.
Yoruichi Shihōin em BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4 – The Calamity.
Veredito: um começo sólido para BLEACH: TYBW Part 4
BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4 – The Calamity começa de maneira sólida. O episódio não é uma estreia espetacular, mas entrega boas ideias, batalhas interessantes e uma excelente participação de Yoruichi.
A luta de Uryu contra Haschwalth é competente, mas apresenta alguns problemas de fluidez e qualidade visual. Já o confronto entre Yoruichi, Urahara e Askin possui momentos mais memoráveis, embora também sofra com um ritmo mais lento em sua primeira metade.
Apesar dessas limitações, o episódio cumpre bem seu papel como introdução ao último cour. A possibilidade de mais conteúdo original, aliada ao espaço disponível para adaptar os capítulos restantes, deixa uma perspectiva bastante animadora para os próximos episódios.
Nota: 7/10
Onde assistir:BLEACH: Thousand-Year Blood War está disponível no Hulu e no Disney+.
BLEACH: Thousand-Year Blood War (TYBW) Part 4 – The Calamity revelou oficialmente os vídeos sem créditos da abertura e do encerramento logo após a estreia do anime neste sábado (25). A temporada final começou sua exibição na TV japonesa após os três primeiros episódios terem recebido uma exibição antecipada nos cinemas dos Estados Unidos.
Recentemente, a Hulu também confirmou que BLEACH: TYBW Part 4 contará com 10 episódios, encerrando a adaptação do arco final do mangá de Tite Kubo.
O primeiro episódio, intitulado “GOD OF THUNDER”, já havia divulgado sua prévia e equipe de produção antes da estreia.
Assista à abertura oficial de BLEACH: TYBW Part 4
A música de abertura é “I-BULL”, interpretada por jo0ji, artista que também ficou conhecido por cantar “Yoake no Uta“, tema de encerramento de JUJUTSU KAISEN Season 3.
BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4 – The Calamity | Opening Oficial (sem créditos)
Vídeo oficial do encerramento também é divulgado
Além da abertura, a produção também revelou o vídeo oficial do encerramento da temporada.
A música de encerramento é “Rasen”, interpretada pela cantora 9Lana.
BLEACH: Thousand-Year Blood War Part 4 – The Calamity | Ending Oficial (sem créditos)
O capítulo final da adaptação de BLEACH
Criado por Tite Kubo, o mangá BLEACH foi publicado na revista Weekly Shonen Jump entre 2001 e 2016, totalizando 74 volumes e ultrapassando a marca de 130 milhões de cópias em circulação em todo o mundo.
A primeira adaptação para anime foi exibida entre 2004 e 2012, além de quatro filmes para os cinemas. Em 2022, a franquia retornou com BLEACH: Thousand-Year Blood War, adaptando o aguardado arco final do mangá.
Segundo Tite Kubo, a Parte 4 contará com ainda mais conteúdo original do que as temporadas anteriores, expandindo diversas batalhas finais que não foram mostradas em detalhes na obra original.
“Durante toda a série, quis que o maior número possível de artistas novos interpretasse os temas musicais. Parte da minha ideia era fazer com que os espectadores descobrissem esses artistas através de Thousand-Year Blood War e depois se tornassem fãs deles.”
Franquia continua se expandindo
Além do anime, a franquia segue recebendo novidades. Recentemente, BLEACH: Mirrors High apresentou seus protagonistas em um novo trailer. O jogo contará com personagens inéditos desenhados pelo próprio Tite Kubo.