Blog

  • Red River ganha sua abertura sem créditos online

    Red River ganha sua abertura sem créditos online

    A aguardada sequência de abertura sem créditos para a adaptação em anime do clássico mangá shoujo Red River (Sora wa Akai Kawa no Hotori), de Chie Shinohara, foi oficialmente disponibilizada online pela VAP. Os fãs agora podem desfrutar da animação completa embalada pelo vibrante tema “Akatsuki no Sora”, interpretado por Hiroki Nanami.

    Red River – Abertura sem Créditos | Imagem: Divulgação / Tatsunoko Productions

    Qual é a história de Red River e quem está envolvido na produção do anime?

    A trama de Red River nos transporta para uma aventura épica e mística, seguindo a jornada de Yuri Suzuki. Yuri é uma jovem japonesa com a vida aparentemente perfeita, que acabou de celebrar a aprovação em um exame crucial e seu primeiro beijo com o namorado de infância. No entanto, seu destino muda drasticamente quando ela é inexplicavelmente puxada por mãos que emergem da água e transportada para uma antiga civilização no Oriente Médio, especificamente no Império Hitita. Arrancada de sua realidade e de um romance recém-descoberto, ela se vê em um mundo desconhecido, capturada por tropas armadas e levada ao palácio de uma rainha com intenções sinistras: sacrificá-la para usar seu sangue em um ritual de maldição. A obra, um marco do gênero shoujo, foi serializada entre 1995 e 2002 na renomada revista Shōjo Comic (Sho-Comi), conquistando uma legião de fãs com sua mistura envolvente de romance histórico, fantasia e intriga política. Sua narrativa complexa e personagens cativantes a estabeleceram como um clássico.

    A produção desta aguardada adaptação para anime está a cargo do renomado estúdio Tatsunoko Productions, um nome com grande peso na história da animação japonesa, conhecido por clássicos atemporais como Speed Racer, Gatchaman e Time Bokan. A direção é liderada por Kōsuke Kobayashi, que já demonstrou sua versatilidade em trabalhos como Waccha PriMagi! e Alice or Alice. O roteiro, crucial para adaptar uma obra tão rica e detalhada, está nas mãos de Yoriko Tomita, que tem em seu currículo animes aclamados como The Elusive Samurai e My Dress-Up Darling, garantindo uma abordagem experiente à complexidade da história. O design de personagens, um elemento vital para capturar a essência visual e a profundidade emocional do mangá original de Chie Shinohara, é assinado por Kenji Fujisaki, conhecido por seu trabalho em YU-NO: A girl who chants love at the bound of this world. e Blood Lad. Com essa equipe de talentos e um estúdio experiente, a expectativa é que Red River receba uma adaptação digna de seu legado.

    • Kōsuke Kobayashi — Diretor
    • Yoriko Tomita — Roteiro
    • Kenji Fujisaki — Design de Personagens
    • Hiroki Nanami — Intérprete do tema de abertura (“Akatsuki no Sora”)
    • Tatsunoko Productions — Estúdio de Animação
  • Mushoku Tensei revela encerramento sem créditos da 3ª temporada

    Mushoku Tensei revela encerramento sem créditos da 3ª temporada

    A gigante japonesa TOHO surpreendeu os fãs de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation ao disponibilizar o aguardado encerramento sem créditos da terceira temporada da aclamada adaptação para anime. Este lançamento oferece um olhar íntimo sobre a sequência visual que acompanha o tema musical “Inori, Owareba”, interpretado pela talentosa Mika Nakashima, aprofundando a imersão no universo de Rudeus Grayrat.

    Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation – Encerramento da 3ª Temporada | Imagem: Divulgação / Studio Bind

    Qual é a música de encerramento da 3ª Temporada de Mushoku Tensei?

    A melodia que embala o final de cada episódio da terceira temporada é “Inori, Owareba” (Se as Orações Terminarem), uma composição emocionante interpretada pela renomada cantora Mika Nakashima. A escolha da artista e da faixa adiciona uma camada de profundidade e emotividade ao encerramento, complementando a jornada de Rudeus com uma sonoridade que reflete os desafios e as reflexões do protagonista em seu novo mundo. A sequência visual, sem os créditos tradicionais, permite aos espectadores apreciar plenamente a arte e a animação que acompanham esta bela canção, reforçando o impacto emocional de cada episódio.

    Quem está por trás da produção da 3ª Temporada de Mushoku Tensei?

    A produção da terceira temporada de Mushoku Tensei continua sob a égide do dedicado Studio Bind, conhecido por seu trabalho excepcional na série e por ter sido estabelecido especificamente para essa adaptação. A direção agora é liderada por Ryosuke Shibuya, trazendo uma nova perspectiva criativa para a obra. O design de personagens, um elemento crucial para dar vida aos habitantes do mundo de espadas e magia, está nas mãos talentosas de Sanae Shimada e Ryota Furukawa. Essa equipe trabalha em conjunto para manter a fidelidade e a qualidade visual que os fãs esperam de uma das maiores referências do gênero isekai, garantindo que a complexidade do universo de Mushoku Tensei seja traduzida com maestria para as telas.

    Qual a história de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation?

    A saga de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation tem suas raízes em uma light novel que começou a ser publicada em janeiro de 2014, rapidamente ganhando uma adaptação para mangá por Yuka Fujikawa a partir de maio do mesmo ano. A trama acompanha um homem de 34 anos, desempregado e otaku, que vive uma vida sem propósito e cheia de arrependimentos. Após um acidente fatal, ele se vê reencarnado em um mundo de fantasia repleto de espadas e magia, mantendo todas as suas memórias da vida anterior. Agora como Rudeus Grayrat, ele tem uma segunda chance de viver e busca redenção, enfrentando os desafios de uma nova infância e adolescência em um universo tão belo quanto perigoso. A história é um profundo mergulho no crescimento pessoal, na superação de traumas e na busca por um novo significado para a vida.

    • Studio Bind — Animação
    • Ryosuke Shibuya — Direção
    • Sanae Shimada — Design de Personagens
    • Ryota Furukawa — Design de Personagens
    • Mika Nakashima — Intérprete do tema de encerramento “Inori, Owareba”
  • Draw This, Then Die! apresenta abertura e encerramento

    Draw This, Then Die! apresenta abertura e encerramento

    A VAP, renomada distribuidora japonesa, disponibilizou as sequências de abertura e encerramento da aguardada adaptação para série anime do mangá Kore Kaite Shine!” (Draw this, then die!), de Minoru Toyoda. Os vídeos oferecem aos fãs um primeiro vislumbre da atmosfera visual e sonora que aguarda os espectadores nesta nova produção do estúdio Shinei Animation.

    Kore Kaite Shine! – Abertura | Imagem: Divulgação / Shinei Animation

    Conheça os artistas por trás das trilhas sonoras de Kore Kaite Shine!

    A abertura (OP) de “Kore Kaite Shine!” é embalada pela faixa “Isho”, interpretada por Tatsuya Kitani. Conhecido por sua versatilidade e composições marcantes que frequentemente ressoam com o público jovem, Kitani promete trazer uma energia vibrante e cativante ao início de cada episódio, complementando de forma ideal a narrativa visual da série.

    Já o encerramento (ED) da série é uma obra da banda Regal Lily, com a canção “Conifer”. O grupo é aclamado por suas melodias suaves, mas carregadas de emoção, e letras introspectivas. Essas características certamente proporcionarão um fechamento reflexivo e tocante para cada capítulo da história, convidando à contemplação sobre a jornada da protagonista Ai Yasumi.

    Quem compõe a talentosa equipe de produção de Kore Kaite Shine!?

    A animação está nas mãos do renomado estúdio Shinei Animation, um nome de peso na indústria, responsável por sucessos adorados como “Takagi-san the Master of Teasing”, “Elegant Yokai Apartment Life” e o clássico atemporal “Doraemon”. A vasta experiência e a expertise do estúdio garantem uma produção de alta qualidade visual para a série.

    A direção é de Hiroaki Akagi, que já demonstrou sua habilidade em obras aclamadas como “The Dangers in My Heart” e “Teasing Master Takagi-san”. Sua experiência em narrativas que exploram as nuances da vida cotidiana, os desafios do amadurecimento e os relacionamentos promete uma abordagem sensível e profunda para a jornada da protagonista Ai Yasumi.

    O roteiro é assinado por Hiroko Fukuda, que trabalhou em projetos notáveis como “Teasing Master Takagi-san the Movie” e “Our Dating Story: The Experienced You and The Inexperienced Me”. Sua capacidade de desenvolver histórias com profundidade emocional e diálogos envolventes será crucial para a adaptação fiel e cativante do mangá de Minoru Toyoda.

    O design de personagens fica por conta de Takekazu Segawa, também com experiência em “The Dangers in My Heart”. Seu trabalho será fundamental para dar vida visual aos personagens de Minoru Toyoda, capturando suas emoções, personalidades e a essência artística da obra original.

    Qual é a envolvente premissa de Kore Kaite Shine!?

    A trama de “Kore Kaite Shine!” se desenrola na pitoresca ilha de Izuōshima, localizada a cerca de 120 quilômetros ao sul da efervescente Tóquio. O centro da história é Ai Yasumi, uma estudante do ensino médio que nutre uma profunda paixão por mangás e sonha em criar suas próprias obras.

    Acompanharemos Ai em sua jornada de descoberta, explorando a alegria inebriante e as inevitáveis dores, frustrações e desafios que surgem ao tentar criar seu próprio mangá. A série promete ser uma reflexão sincera sobre a paixão artística, a superação pessoal e o crescimento através da dedicação à arte, ressoando com qualquer um que já tenha se dedicado a uma paixão criativa.

    Kore Kaite Shine! – Encerramento | Imagem: Divulgação / Shinei Animation
    • Minoru Toyoda — Criador do mangá original
    • Hiroaki Akagi — Diretor
    • Hiroko Fukuda — Roteiro
    • Takekazu Segawa — Design de Personagens
    • Shinei Animation — Estúdio de Animação
    • Tatsuya Kitani — Tema de Abertura (“Isho”)
    • Regal Lily — Tema de Encerramento (“Conifer”)
  • Dubladores de Você e Eu Somos Polos Opostos falam sobre a 2ª temporada na Anime Expo 2026

    Dubladores de Você e Eu Somos Polos Opostos falam sobre a 2ª temporada na Anime Expo 2026

    Durante a Anime Expo 2026, os dubladores japoneses de Você e Eu Somos Polos Opostos se reuniram em um painel para falar sobre a 2ª temporada do anime, que estreou em 5 de julho e já está disponível na Crunchyroll. Sayumi Suzushiro, voz de Suzuki, e Shogo Sakata, voz de Tani, comentaram como constroem o contraste entre os dois protagonistas e os bastidores da gravação, em entrevista concedida com apoio de uma intérprete.

    A série, baseada na obra de Kocha Agasawa publicada pela Shueisha, é conhecida por fugir da fórmula clássica do “vai que não vai” das comédias românticas: Suzuki e Tani já estão juntos desde o início, e o anime prefere explorar as nuances da relação entre uma garota extrovertida e um garoto mais racional e reservado.

    Como os atores leram os personagens pela primeira vez

    Segundo a entrevista publicada pelo Anime Corner, Suzushiro contou que interpretar Suzuki foi como reviver a própria adolescência, já que a personagem parece só alegria à primeira vista, mas na verdade pensa de forma crítica sobre si mesma e sobre quem está ao redor. Sakata, por sua vez, destacou que a obra original não se apoia em grandes reviravoltas, e sim nas conversas cotidianas da juventude — o tipo de troca banal que esconde conflitos internos que o público pode ter esquecido de sentir.

    Suzuki, personagem de Você e Eu Somos Polos Opostos, em cena do anime
    Imagem: Divulgação/Kocha Agasawa/Shueisha, Você e Eu Somos Polos Opostos Committee

    Equilibrando energia e profundidade nas falas

    Suzushiro explicou que, embora Suzuki tenha uma energia alta como padrão, o material original dá peso especial à comunicação entre os personagens — por isso ela precisava garantir que o sentido de cada fala não fosse ofuscado pelo entusiasmo. Como método de trabalho, ela disse grifar palavras-chave no roteiro e marcar o nível de intensidade de cada cena, reservando um tom mais calmo para os monólogos da personagem.

    Tani e Suzuki em cena de supermercado de Você e Eu Somos Polos Opostos
    Imagem: Divulgação/Kocha Agasawa/Shueisha, Você e Eu Somos Polos Opostos Committee

    O contraste entre monólogos e falas ditas em voz alta

    Os dois dubladores também comentaram como trabalham a diferença entre os pensamentos internos dos personagens e suas falas ditas para outras pessoas. Suzushiro contou que Suzuki fica mais “lida” e consciente ao falar com outras pessoas, enquanto nos monólogos sua voz se aproxima do tom mais natural da própria atriz. Já Sakata revelou que, no caso de Tani — mais reservado publicamente —, a direção pediu o caminho oposto: reforçar a carga emocional exatamente nos momentos de monólogo.


    Onde assistir: a 2ª temporada de Você e Eu Somos Polos Opostos está disponível na Crunchyroll.

    Confira a ficha completa do anime no nosso acervo, com nota da comunidade e cronograma de episódios: Você e Eu Somos Polos Opostos.

  • Lupin III perde Yukiko Nikaido, voz original de Fujiko Mine

    Lupin III perde Yukiko Nikaido, voz original de Fujiko Mine

    O universo da animação japonesa lamenta a perda de uma de suas vozes mais influentes: Yukiko Nikaido, a talentosa atriz e seiyuu que emprestou sua voz à icônica Fujiko Mine na primeira série de Lupin III. Nikaido faleceu em 3 de julho, aos 87 anos, por causas naturais relacionadas à idade avançada, conforme anunciado publicamente por seu filho.

    A trajetória de Yukiko Nikaido: Do teatro às vozes marcantes

    Nascida em Tóquio, em 1938, Yukiko Nikaido começou sua formação artística na renomada companhia de teatro Haiyuza, um berço de talentos no Japão pós-guerra. Sua carreira inicial no entretenimento japonês incluiu participações notáveis em diversas novelas televisivas que eram transmitidas no período da tarde, consolidando sua presença nas telas durante as décadas de 1960 e 1970. A mudança para o mundo da dublagem e da interpretação vocal ocorreu após o nascimento de seu primeiro filho, uma decisão que redefiniu sua trajetória profissional. Essa escolha estratégica a levaria, anos depois, a eternizar uma das personagens mais desafiadoras e inesquecíveis da história do anime, demonstrando sua versatilidade e impacto duradouro na indústria. Durante os últimos onze anos de sua vida, Nikaido residiu em um lar de idosos, e a notícia de seu falecimento foi divulgada pelo filho na página de Facebook do Yatsugatake Club, um espaço cultural do qual ela foi a primeira presidente.

    O impacto de Yukiko Nikaido na criação da lendária Fujiko Mine

    Fujiko Mine, personagem de Lupin III, em cena do anime
    Fujiko Mine | Imagem: Divulgação / TMS Entertainment

    Entre 1971 e 1972, Yukiko Nikaido assumiu a responsabilidade de dar voz a Fujiko Mine na série de estreia de Lupin III, um papel que se tornaria um marco na sua carreira e na história do anime. Sua performance foi crucial para estabelecer os alicerces daquela que viria a ser uma das figuras femininas mais complexas e cativantes da animação japonesa. Nikaido foi a primeira a definir, em formato de série, o tom sedutor, a astúcia e a independência intrínseca de Fujiko, características que se tornariam a assinatura da personagem ao longo de mais de cinco décadas de adaptações. Sua interpretação pioneira preparou o terreno para as vozes que a seguiram, como Eiko Masuyama, que assumiu o papel de forma duradoura a partir da segunda série, e Miyuki Sawashiro, que deu nova vida à personagem no século XXI. O legado de Nikaido reside em ter sido a voz original que apresentou ao mundo a enigmática Fujiko Mine, estabelecendo um padrão para sua personalidade multifacetada e icônica.

    • Yukiko Nikaido — Fujiko Mine (primeira série de Lupin III)
    • Eiko Masuyama — Fujiko Mine (a partir da segunda série de Lupin III)
    • Miyuki Sawashiro — Fujiko Mine (adaptações do século XXI)
  • The Apothecary Diaries leva OLM a lucro recorde de 521 milhões

    The Apothecary Diaries leva OLM a lucro recorde de 521 milhões

    Em um cenário onde muitos estúdios de animação enfrentam desafios financeiros, o renomado estúdio OLM, subsidiária do IMAGICA GROUP, celebra um marco impressionante: um lucro líquido recorde de 521 milhões de ienes (aproximadamente 2,8 milhões de euros) no exercício fiscal encerrado em março de 2026, um aumento de 37,2% em relação ao ano anterior.

    Qual foi o impacto de The Apothecary Diaries nos resultados do estúdio OLM?

    O motor principal por trás desse resultado financeiro excepcional é, sem dúvida, o sucesso estrondoso de The Apothecary Diaries. A adaptação para anime da light novel de Natsu Hyuuga, que segue a perspicaz boticária Maomao em meio às intrigas da corte imperial fictícia chinesa, conquistou fãs globalmente. A repercussão da série não apenas dominou as conversas nas últimas temporadas de anime, mas também se traduziu diretamente em ganhos significativos para a produtora OLM, evidenciando o poder do alcance internacional de uma obra bem-sucedida.

    Como o estúdio OLM conseguiu diversificar sua produção além de The Apothecary Diaries?

    Embora The Apothecary Diaries tenha sido o grande destaque, o estúdio OLM demonstrou uma estratégia sólida de diversificação. Durante o mesmo período fiscal, a empresa manteve um portfólio robusto de produções, que incluiu títulos como Himitsu no Aipuri, Saikyou-Ou Zukan, Me and the Alien MuMu, Welcome to the Outcast’s Restaurant, Night of the Living Cat, Let’s Play: Quest-Darake no My Life e Scum of the Brave. Essa abordagem de não depender exclusivamente de um único sucesso é um diferencial crucial em uma indústria volátil, garantindo estabilidade e crescimento contínuo.

    A OLM não é novata na indústria, com décadas de experiência e um histórico que inclui obras icônicas como a franquia Pokémon, desde os tempos de Ash e Pikachu até a atual Pokémon Horizons, e a aclamada adaptação de Berserk de 1997. Essa versatilidade e legado reforçam sua capacidade de entregar projetos de alta qualidade e de diversos gêneros.

    Quais são os próximos projetos do universo de Maomao e do estúdio OLM?

    O bom momento financeiro chega, aliás, numa altura particularmente favorável para a franquia de Maomao. O futuro de Maomao é promissor, com a terceira temporada de The Apothecary Diaries já confirmada. A primeira parte estreará em outubro de 2026, com a segunda prevista para abril de 2027. Além disso, os fãs serão presenteados com um filme de anime original, com roteiro inédito assinado pela própria Natsu Hyuuga, programado para dezembro de 2026. A OLM também tem outros projetos emocionantes em desenvolvimento, incluindo uma parceria com a Warner Bros. Discovery para uma nova versão de Scooby-Doo, intitulada Yokoso Scooby-Doo, que levará Scooby e Salsicha para aventuras no Japão.

    Maomao em The Apothecary Diaries 3, visual de anime
    Maomao | Imagem: Divulgação / OLM
  • I’m Dating a Dark Summoner! revela estúdio AtoriE

    I’m Dating a Dark Summoner! revela estúdio AtoriE

    Fãs de comédia romântica com um toque de fantasia têm um novo título para adicionar à lista de animes aguardados: o website oficial de I’m Dating a Dark Summoner! (Dark Summoner to Dekiteiru) acaba de lançar um novo trailer. A adaptação do mangá de Shaoh está programada para estrear em outubro de 2026, revelando também os estúdios responsáveis pela animação.

    I’m Dating a Dark Summoner! – Novo Trailer Oficial | Imagem: Divulgação / AtoriE

    Qual estúdio está animando I’m Dating a Dark Summoner!?

    O aguardado anime de I’m Dating a Dark Summoner! terá sua animação produzida pelo estúdio AtoriE, contando com a assistência valiosa do estúdio Nyan Pollution-ω-. A direção e o roteiro ficam a cargo de Seiya Miyajima, conhecido por trabalhos como Umayon e BanG Dream! Girls Band Party! Pico, prometendo uma abordagem divertida e dinâmica para a série. O design de personagens é assinado por Takahiro Sasaki, que já trabalhou em Chronicles of the Going Home Club, garantindo visuais cativantes para os protagonistas dessa inusitada história de amor e magia.

    Qual é a história de I’m Dating a Dark Summoner!?

    Baseado no mangá de Shaoh, que começou a ser publicado em 2021 e já conta com sete volumes, I’m Dating a Dark Summoner! apresenta uma premissa de fantasia que mistura romance e reviravoltas inesperadas. A trama segue Amona, uma invocadora das trevas meio-humana, que se une ao grupo do virtuoso clérigo Roni. A expectativa inicial é de que os dois personagens, com personalidades e poderes tão distintos, se desentendam em questão de minutos. No entanto, a história toma um rumo surpreendente quando Amona e Roni compartilham uma noite apaixonada logo após o primeiro dia de Amona no grupo, subvertendo todas as expectativas e prometendo uma jornada cheia de comédia, romance e magia.

    Amona, Roni e Imp em key visual de I’m Dating a Dark Summoner! (Dark Summoner to Dekiteiru)
    Key Visual de Amona, Roni e Imp | Imagem: Divulgação / AtoriE

    Quem faz parte do elenco de vozes de I’m Dating a Dark Summoner!?

    Para dar vida aos carismáticos personagens, o elenco de vozes conta com nomes experientes:

    • Rei Takano — Amona
    • Yūki Nishiyama — Roni
    • Hōden Tei Senmai — Imp
  • Tiny Metal: Zero Line ganha anime com estreia em 2027

    Tiny Metal: Zero Line ganha anime com estreia em 2027

    O universo dos animes está prestes a receber uma emocionante adição diretamente do mundo dos videogames! Foi oficialmente anunciado que Tiny Metal: Zero Line, a aguardada série animada baseada no aclamado jogo de estratégia Tiny Metal, está em plena produção, prometendo levar os fãs a uma jornada épica. Com previsão de estreia para a primavera de 2027, a novidade veio acompanhada de um trailer impactante e uma imagem promocional que já despertam grande curiosidade e expectativa entre os entusiastas de animes e jogos.

    Quando estreia e quem está por trás da produção de Tiny Metal: Zero Line?

    Os olhos dos fãs de estratégia e ficção científica já estão fixos na primavera de 2027, data em que Tiny Metal: Zero Line fará sua grande estreia. A responsabilidade de dar vida a este complexo universo pós-guerra ficará nas mãos do estúdio SAFEHOUSE, conhecido por sua expertise em animação e que agora assume o desafio de transpor a essência tática do jogo para a tela. A direção é um dos pontos de maior destaque, sendo liderada por Hiroyasu Kobayashi. Seu nome carrega um peso significativo na indústria, com um currículo que inclui a direção de CGI em produções grandiosas como Mobile Suit Gundam GQuuuuuuX e nos icônicos filmes da saga Evangelion, garantindo uma visão artística e técnica de alto nível para a série. Complementando essa equipe de peso, o design de personagens será assinado por Yusuke Kozaki, um artista cuja genialidade já brilhou na popular e prestigiada franquia de jogos Fire Emblem. A combinação desses talentos promete não apenas uma adaptação fiel, mas também uma experiência visualmente rica e imersiva para todos que acompanharem a jornada do Major Nathan Gries.

    Qual a intrincada história que Tiny Metal: Zero Line vai adaptar?

    A narrativa de Tiny Metal: Zero Line nos transporta para um mundo devastado pelas cicatrizes de uma Grande Guerra, onde um legado terrível ainda persiste: a misteriosa “Tecnologia Perdida”. Trata-se de depósitos de poderosas máquinas de guerra, agora enterradas e esquecidas nas profundezas da terra, remanescentes de um conflito que marcou a humanidade. O Reino de Artemisia, profundamente traumatizado pelo passado e pela capacidade destrutiva dessas armas, recusa-se veementemente a desenterrá-las ou utilizá-las novamente, buscando a paz através do esquecimento. No entanto, um comandante com uma visão estratégica única, o Major Nathan Gries, surge com uma convicção diferente: ele acredita firmemente que a única maneira de proteger o mundo da ameaça que a Tecnologia Perdida representa é localizá-la, protegê-la e garantir que jamais caia nas mãos erradas. Sua missão crucial ganha um senso de urgência drástica quando uma mensagem de emergência é recebida: os “White Fangs” reportam um sinal desconhecido sob os gélidos Alpes de Northridge. Diante da redescoberta iminente dessas armas esquecidas, o Major Nathan Gries, ao lado do Lord General Isoroku Tsukumo e Wolfram, o carismático líder dos White Fangs, será confrontado com um novo e decisivo desafio, onde o destino da civilização penderá na balança.

    Key visual do anime Tiny Metal: Zero Line com personagens militares e máquinas de guerra
    Key Visual de Tiny Metal: Zero Line | Imagem: Divulgação / SAFEHOUSE
    Tiny Metal: Zero Line – Trailer Oficial de Anúncio | Imagem: Divulgação / SAFEHOUSE
    • Direção: Hiroyasu Kobayashi
    • Design de Personagens: Yusuke Kozaki
    • Estúdio: SAFEHOUSE
  • Evangelion mostra a luta otaku no Japão pré-aceitação social

    Evangelion mostra a luta otaku no Japão pré-aceitação social

    Yuko Miyamura, a renomada atriz japonesa por trás da voz de Asuka Langley Soryu em Neon Genesis Evangelion, abriu o coração sobre o desafio de ser uma fã assumida de anime e mangá no Japão das décadas de 80 e 90, tempos em que a cultura otaku era vista com desdém pela sociedade e pela mídia, conforme detalhado em sua coluna na revista digital japonesa Hanasone.

    Como o estigma social afetava os otakus no Japão dos anos 80 e 90?

    Nascida em 1972, Miyamura viveu intensamente o período em que o anime começou a transcender sua imagem de produto infantil, ganhando um público mais amplo, impulsionado pelo crescimento do mangá. Contudo, a ascensão do termo “otaku” no Japão veio acompanhada de um forte estigma social. A atriz relembra que admitir publicamente essa paixão era malvisto, e até mesmo as lojas especializadas, como a Animate (hoje presente em grandes avenidas), operavam em edifícios antigos e escondidos, quase como se precisassem disfarçar sua existência. Ela própria sentia a necessidade de manter seu amor por artistas como Shingo Araki longe dos olhos do público.

    A mídia e o preconceito contra dubladores de anime

    Em meados dos anos 90, quando sua carreira de dubladora começou a florescer, e obras como Neon Genesis Evangelion se tornaram um fenômeno, a cultura anime ainda lutava por aceitação. Filmes do Studio Ghibli ajudaram a pavimentar o caminho para o mainstream, mas o preconceito persistia. Miyamura recorda a dolorosa experiência de ser convidada para programas de variedades populares, onde dubladores eram tratados como “criaturas raras”, ridicularizados junto com seus fãs otakus. Ela detalha um episódio em que uma reportagem sobre o “boom” das rádios de anime foi deturpada para focar na “dependência tecnológica”, retratando otakus como um fenômeno patológico. Em outra ocasião, recusou um roteiro que zombava de seus fãs, sentindo-se “enganada” e traumatizada ao ser forçada a segui-lo. “Nessa altura, aparecer na televisão era um trauma constante para mim”, desabafou Miyamura.

    O reconhecimento tardio e a gratidão pela mudança

    Apesar das memórias difíceis, Yuko Miyamura expressa sua gratidão pela notável mudança na percepção do anime e dos profissionais da área. Ela observa que, atualmente, muitos artistas e equipes de produção televisiva falam abertamente sobre seu amor por animes, elevando o status dos dubladores. Essa nova realidade permitiu que ela trabalhasse em ambientes onde é tratada com o respeito que merece, um contraste gritante com o passado. Miyamura continua a dar voz a Asuka nos filmes da saga Rebuild of Evangelion, desfrutando de uma cultura que finalmente abraçou a paixão de milhões.

    • Yuko Miyamura — Asuka Langley Soryu (voz)
  • Mercedes and the Waning Moon revela estreia para janeiro de 2027

    Mercedes and the Waning Moon revela estreia para janeiro de 2027

    O site oficial da aguardada adaptação para anime da light novel “Mercedes and the Waning Moon: The Dungeoneering Feats of a Discarded Vampire Aristocrat” liberou o seu primeiro trailer, confirmando a estreia para janeiro de 2027. O vídeo oferece um vislumbre emocionante da jornada de Mercedes Grunewald no mundo das masmorras.

    Qual é a trama de Mercedes and the Waning Moon?

    A narrativa de “Mercedes and the Waning Moon” nos mergulha na vida de Mercedes Grunewald, uma jovem que se vê reencarnada como a filha vampira de um nobre, nascida de uma concubina. Desde cedo, Mercedes compreende que sua posição é precária e que, um dia, seu pai escolherá outro herdeiro, descartando-a junto com sua mãe e a velha empregada. Sem habilidades para a sobrevivência no mundo exterior, a família se encontra em uma situação desesperadora. Contudo, Mercedes não se rende ao destino. Motivada por um desejo de não repetir os arrependimentos de sua vida anterior, ela descobre que a exploração de masmorras é um caminho que até mesmo uma criança pode trilhar. Sua linhagem vampírica concede-lhe um potencial inato para a força, o que a leva a iniciar um rigoroso treinamento ainda na infância. Determinada, ela busca nas profundezas das masmorras não apenas os meios para sustentar sua família, mas também um propósito maior, um sonho que a fará alçar voos mais altos em um mundo que, a princípio, a rejeitou. A light novel original, escrita por Fire head, teve seu início de publicação em 2018, e a história ganhou uma adaptação para mangá, ilustrada por Pochi Edoya, que começou em 2021, cativando leitores com sua premissa única e emocionante.

    Quem faz parte da equipe de produção do anime?

    A adaptação de “Mercedes and the Waning Moon” para as telas será realizada pelo estúdio Teddy, conhecido por sua dedicação em obras como “Slime Taoshite 300-nen, Shiranai Uchi ni Level Max ni Nattemashita 2”. A direção do projeto está nas mãos experientes de Kunihisa Sugishima, um nome reconhecido na indústria por seus trabalhos em séries como “Strike Witches”, diversas iterações de “Yu-Gi-Oh!” e “Beyblade: Metal Fury”, prometendo uma condução habilidosa para a jornada de Mercedes. O roteiro é assinado por Jun Kumagai, que já demonstrou sua capacidade narrativa em títulos como “Persona 4 the Golden Animation”, “Teppen—!!!!!!!!!!!!!!! Laughing ‘til you Cry” e “Aquarion Logos”. O design de personagens, crucial para dar vida aos visuais dos vampiros e demais figuras da trama, é de Nami Shōyama, cujos trabalhos incluem “Buddy Daddies” e participações em “Yu-Gi-Oh! Go Rush!!” e “Yu-Gi-Oh! Sevens”. A combinação desses talentos sugere uma adaptação visualmente cativante e fiel ao espírito da obra original.

    Mercedes Grunewald em pose de aventura | Anime Mercedes and the Waning Moon
    Mercedes Grunewald | Imagem: Divulgação / Teddy
    Mercedes and the Waning Moon – Primeiro Trailer | Imagem: Divulgação / Teddy
    • Anna Nagase — Mercedes Grunewald